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FGTS tem facilitado a compra de imóveis por consórcio imobiliário.

No primeiro trimestre de 2016, a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios registrou o
montante de mais de R$ 27 milhões utilizados para complementar o crédito, pagar lance e quitar ou
amortizar saldo de consórcio de imóvel.
Se o consórcio foi a modalidade escolhida para a compra da casa própria, uma das opções tem sido
investir o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para complementar o crédito, amortizar as
parcelas, quitar o saldo devedor ou pagar o lance. No primeiro trimestre de 2016, a Associação Brasileira de
Administradoras de Consórcios registrou o montante de mais de R$ 27 milhões utilizados para essas
finalidades no consórcio de imóveis.
Para o Gerente da Randon Consórcios , administradora da marca Racon, Cleber Sanguanini, o número
ainda é tímido para o potencial, mas demonstra que, aos poucos, os brasileiros estão buscando no Fundo
mais uma alternativa para facilitar a aquisição do bem, por meio do sistema de consórcios . “Faz pouco
mais de seis anos que o uso do FGTS foi ampliado para o consórcio . É natural esse aculturamento por
parte das pessoas. A tendência é só de crescimento para os próximos anos”, avalia Sanguanini.
Para aplicar o FGTS, o consorciado deve procurar a administradora do consórcio , que verificará se a cota
está contemplada, requisito básico para uso do recurso. O cliente então é direcionado a um agente
financeiro, que irá orientar sobre os procedimentos e requisitos do SFH, para abatimento ou liquidação do
saldo a pagar. Dentre os critérios para ter direito à utilização do Fundo estão: ter mais de três anos de opção
pelo FGTS, não ser titular de contrato do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), não ter imóvel no
município em que reside ou exerce sua atividade principal e o valor do imóvel não pode ultrapassar o valor
limite de avaliação estabelecido para o âmbito do SFH.
Todo trabalhador regido pela Consolidação das Leis Trabalhistas tem direito ao FGTS. O benefício era
amplamente utilizado na compra de imóveis por meio de financiamento, mas em 2009 as regras foram
estendidas ao sistema de consórcios . As alterações na lei ampliaram as opções de compra da casa
própria, mas é preciso ficar atento às condições.

Da Redação, original Segs.